Psicóloga Cinara Cordeiro

JATAÍ – GOIÁS – CRP 09/002341

Autor: Dra. Cinara Cordeiro

O conceito de felicidade depende da época e da sociedade em que vivemos

De filmes e livros a propagandas de televisão, a todo momento somos instados a ser felizes. Pois, como diria o poeta, “é melhor ser alegre que ser triste”. O desejo pela felicidade parece ser mesmo uma constante de nosso tempo.
Felicidade_ou_morte
Os autores do livro Felicidade ou Morte passeiam pela história e pela filosofia para pontuar como cada época e sociedade estabelece sua própria definição das circunstâncias para o que seja uma vida feliz. E questionam se, sendo livres para escolher entre tantas possibilidades, estamos de fato mais próximos desse ideal.
Os autores Clóvis de Barros Filho e Leandro Karnal não deixam de tocar em aspectos mais desafortunados do tema, presentes quase como uma sombra indissociável de nossa condição humana. Afinal, poderia a felicidade denunciar certo contentamento com o infortúnio alheio? Estaria a felicidade no amor pelo outro? Sem a felicidade, o que nos resta?

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IMPORTANTE – A sugestão desta leitura não significa que eu, como psicóloga, aceite – total ou parcialmente – os argumentos e conceitos defendidos por quem escreveu a obra. Minha intenção é apenas colocar à sua disposição livros disponíveis no Brasil e que podem ajudar você a vencer os obstáculos que surgem ao longo da vida. A reflexão e o entendimento da mensagem apresentada pelo autor da publicação podem levar a uma mudança de comportamento, podem abrir novos caminhos, sugerir soluções, despertar atitudes positivas que levarão à compreensão do momento vivido, à paz e à conquista da sua felicidade. Invista em você. Leia bons livros!
Dra. Cinara Cordeiro

A mente: entenda como funciona para tirar melhor proveito dela

Nesta obra, o dr. Augusto Jorge Cury esmiúça a Teoria da Inteligência Multifocal, desvendando algumas áreas vitais dos bastidores da psique, numa linguagem muito acessível e dirigida a um público mais amplo.

o funcionamento da menteO que é o Eu? Como os pensamentos são construídos? De que modo as emoções influenciam a racionalidade? Como acessamos a nossa memória? Estas e muitas outras questões são discutidas em detalhes. A mente é de fato um mundo a se explorar dentro de cada um de nós. De acordo com a editora, quem quiser ler O Funcionamento da Mente deve se preparar para se surpreender e romper com todos os paradigmas que têm servido de modelo em sua vida.

IMPORTANTE – A sugestão desta leitura não significa que eu, como psicóloga, aceite – total ou parcialmente – os argumentos e conceitos defendidos por quem escreveu a obra. Minha intenção é apenas colocar à sua disposição livros disponíveis no Brasil e que podem ajudar você a vencer os obstáculos que surgem ao longo da vida. A reflexão e o entendimento da mensagem apresentada pelo autor da publicação podem levar a uma mudança de comportamento, podem abrir novos caminhos, sugerir soluções, despertar atitudes positivas que levarão à compreensão do momento vivido, à paz e à conquista da sua felicidade. Invista em você. Leia bons livros!
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Sente-se triste, sem ânimo? Talvez seus hábitos estejam fazendo você ficar assim…

Em dois anos, uma jovem conseguiu transformar quase todos os aspectos de sua vida. Parou de fumar, correu uma maratona e foi promovida. Em um laboratório, neurologistas descobriram que os padrões dentro do cérebro dela – ou seja, seus hábitos – foram modificados de maneira fundamental para que todas essas mudanças ocorressem. Há 20 anos pesquisando ao lado de psicólogos, sociólogos e publicitários, cientistas do cérebro começaram finalmente a entender como os hábitos funcionam. E mais importante que isso: passaram a entender como podem ser transformados. Embora isoladamente pareçam ter pouca importância, com o tempo, nossos hábitos têm um enorme impacto na saúde, na produtividade, na estabilidade financeira e na felicidade.

FORÇA DO HÁBITOCom base na leitura de centenas de artigos acadêmicos, entrevistas com mais de trezentos cientistas e executivos, além de pesquisas realizadas em dezenas de empresas, o repórter investigativo do New York Times Charles Duhigg elabora, em O poder do hábito, um argumento animador: a chave para se exercitar regularmente, perder peso, educar bem os filhos, se tornar uma pessoa mais produtiva, criar empresas revolucionárias e ter sucesso é entender como os hábitos funcionam. Transformá-los pode gerar bilhões e significar a diferença entre fracasso e sucesso, vida e morte.

Seu autor tenta compreender por que algumas pessoas e empresas têm tanta dificuldade em mudar, enquanto outras o fazem da noite para o dia. Descobre, por exemplo, como hábitos corretos foram cruciais para o sucesso do nadador Michael Phelps, do diretor executivo da Starbucks, Howard Schultz, e do herói dos direitos civis, Martin Luther King, Jr.: “Eles tiveram êxito transformando hábitos. Todos começam com um padrão psicológico. Primeiro, há uma sugestão, ou gatilho, que diz ao seu cérebro para entrar em modo automático e desdobrar um comportamento. Depois, há a rotina, que é o comportamento em si. Para alterar um hábito, é preciso modificar os padrões que moldam cada aspecto de nossas vidas. Entendendo isso, você ganha a liberdade – e a responsabilidade – para começar a trabalhar e refazê-los”, diz.

Um dos exemplos citados no livro diz respeito a ele próprio. Duhigg explica como conseguiu parar de consumir cookies no meio do dia de trabalho ao descobrir que hábito o levava diariamente a uma cafeteria para comê-los, mesmo sem fome: as visitas diárias ao lugar ocorriam por necessidade de socialização. “Refiz o hábito e, agora, lá pelas 3 horas da tarde, mais ou menos, levanto da minha mesa e procuro alguém para conversar por 10 minutos. E não como um cookie há seis meses”, conta ele. A prática é um dos segredos para a mudança: “Tarefas que parecem incrivelmente complexas no início, como aprender a tocar violão e falar uma língua estrangeira, podem se tornar muito mais fáceis depois de executadas inúmeras vezes. Maus hábitos, como fumar e beber demais, são superados quando aprendemos novas rotinas e a praticamos incessantemente”.

Há ainda, segundo Duhigg, os chamados “hábitos mestres”, capazes de desencadear uma série de reações no modo da pessoa organizar sua própria vida. Um bom exemplo de um hábito mestre é o exercício físico. “Quando as pessoas começam a se exercitar regularmente, começam a mudar outros comportamentos que não estão relacionados à atividade física. Passam a comer melhor e a levantar da cama mais cedo. Fumam menos e se tornam mais pacientes. (…) Não está completamente claro porque isso ocorre, mas está provado que exercício é um hábito mestre, que propaga mudanças em todos os aspectos da vida.”

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Faz bem imaginar que dias de sol virão

Você acredita que o futuro será melhor do que o presente? Por quê? Para a Ph.D em psicologia e neurociências Tali Sharot, esse modo positivo de encarar a vida é resultado da inclinação natural do cérebro humano para o otimismo.

Neste livro, Sharot investiga como expectativas e fatores sociais influenciam emoções, motivações, decisões e até memórias. E conclui: o otimismo é vital para a existência humana.

Ela dá como exemplo um jovem estudante do ensino médio que sonha ser um médico respeitado, quem sabe o descobridor da cura do câncer. Esse mesmo jovem tem noção de como é difícil estudar medicina, o sacrifício da família para mantê-lo nos estudos, os tempos de lazer que vão ficar “não sei pra quando”, as condições insalubres e a falta de estrutura dos hospitais, as queixas dos pacientes, a quantidade de vidas que terminarão em suas mãos. São muitas as questões reais que ele terá que enfrentar no dia a dia, mas, não fosse a tendência que todo ser humano tem de agir de forma otimista e projetar um futuro melhor, esse jovem teria enorme chance de abandonar seu sonho e jamais tornar-se médico. O mundo, por sua vez, pode perder a chance de conhecer o descobridor da cura do câncer.

vies-otimista-oO viés do otimismo é definido por Sharot como a tendência que o ser humano tem de superestimar a probabilidade de acontecimentos positivos e subestimar a probabilidade dos negativos. Esse modo de encarar a vida protege o ser humano de ter suas ações impedidas e desestimuladas pelas tribulações inevitáveis da vida cotidiana ou de perceber que as opções são, de alguma forma, limitadas. Por isso mesmo, ajuda o ser humano a relaxar, melhorar a saúde e a agir. Mais do que isso, uma boa dose de otimismo pode levar a “profecias autorrealizáveis”, caso de um time de basquete americano cujo técnico assegurou em entrevista que sua equipe ganharia o campeonato da temporada seguinte. A determinação do técnico levou o time a treinar com afinco no intuito de garantir o que seu líder prometera evitando a humilhação.

A ciência nos mostrou que a mente humana tende a pensar em dias de sol. Embora sejamos otimistas, nossas expectativas não costumam beirar a insanidade. O viés do otimismo significa apenas que, na maior parte das vezes, nossas expectativas são ligeiramente melhores do que o futuro nos reserva”, afirma a neurocientista. Mesmo quando as condições são adversas, a tendência é que o processo do otimismo transforme reveses em oportunidades. Episódios negativos podem apenas estar preparando o terreno para algo muito melhor, que ainda não consta do futuro possível imaginado.

A tendência a fazer previsões positivas para criar resultados positivos está enraizada em regras fundamentais que governam a maneira como a mente percebe, interpreta e altera o mundo que encontra. Ela também explica o que acontece quando há “falhas” nesse processo cerebral que podem levar à reversão extrema do otimismo, caso da depressão, e as diferenças fundamentais entre pessoas otimistas e pessimistas.

O viés otimista – Por que somos programados para ver o mundo pelo lado positivo está longe de ser uma publicação voltada para a comunidade científica: o objetivo da autora foi justamente escrever para um público leigo, sem abrir mão do conteúdo.

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Como criar um adulto

Assunto recorrente entre educadores e psicólogos, e cada vez mais frequente na imprensa e nas redes sociais, o excesso de proteção e interferência dos pais na vida dos filhos está criando uma geração cada vez menos preparada para lidar com os desafios da vida adulta. São jovens que chegam às universidades, mas não têm o controle de sua vida acadêmica; que chegam ao mercado de trabalho, mas não conseguem se ajustar às exigências e dificuldades que a vida profissional exige, para além da competência técnica. Muito provavelmente são filhos de pais-helicóptero, que estão sempre voando baixinho e prontos para pousar e prestar socorro ao menor sinal de problema. Decana de calouros da Universidade de Stanford, Julie Lythcott-Haims reflete, em Como criar um adulto, sobre as angústias que levam os pais a esse tipo de postura e apresenta estratégias que os ajudam a entender a importância de permitir aos filhos cometer seus próprios erros para que se tornem adultos plenos.

como-criar-um-adultoEste livro trata daqueles pais que se envolvem demais na vida dos filhos”, afirma a autora, ex-diretora de uma das mais influentes universidades norte-americanas, e mãe superprotetora assumida. Ela parte da tripla experiência – da maternidade, da observação de jovens universitários e a de cientista – para analisar como e por que a superproteção foi se consolidando na educação das mais recentes gerações de pais.

A linguagem é fluida, informativa e coloquial, na busca de uma interlocução com pais que exageram na dose de zelo. O caminho? Fomentar a resiliência nas crianças; observar como certos privilégios (boa situação financeira, escolaridade assegurada) dão pouca margem ao esforço pessoal, ao contrário de crianças de famílias menos favorecidas; ser mais realista e baixar um pouco o nível de exigência quanto ao futuro dos filhos, principalmente em relação à carreira.

Pragmático, o livro aborda algumas preocupações intrínsecas à cultura norte-americana, como o sonho com a faculdade idealizada (Harvard, Yale etc.) e traz uma lista de outras instituições que devem ser consideradas. Traduzindo a obra para a realidade brasileira, o livro pode ajudar muitos pais a avaliarem suas posições e reconsiderarem padrões de carreira e educação também por aqui.

Ouvir e considerar a voz dos filhos é outra dica importante da autora. Lythcott-Haims revela textos de entrevistas feitas com jovens candidatos à universidade que clamam serem ouvidos: “Sei que você me ama, e está tentando fazer o melhor, mas pode me dar um pouco de espaço?” Como criar um adulto é leitura obrigatória para todos os pais em busca de uma maneira melhor e mais coerente de preparar seus filhos para as exigências da vida.


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Diversão, felicidade e união fazem você manter o peso ideal

Leitura oportuna para todas as pessoas que buscam qualidade de vida e saúde prolongadas. Em Gente Esperta não faz Dieta, a psicóloga Charlotte N. Markey recorre a décadas de pesquisa para mostrar que a maioria dos regimes está fadada ao fracasso. Segundo ela, isso se deve ao fato de que as dietas restritivas de curto prazo resultam, ao contrário, num ganho de peso porque, acabado o período de moderação, vem um outro em que a pessoa exagera na alimentação como que pra compensar a fase de sacrifício.

gente espertaBaseada nas premissas da Psicologia Alimentar, a autora desconstrói esses regimes milagrosos, sugerindo uma proposta diferente para o controle eficaz e duradouro do peso. O livro não apenas oferece conselhos e dicas práticas sobre como se alimentar bem e emagrecer sem recuperar os quilos perdidos, como também promove e sustenta os princípios básicos da boa alimentação – diversão, felicidade e união.

Charlotte N. Markey é professora de Psicologia Alimentar na Rutgers University. Faz pesquisas na área de alimentação há mais de 15 anos e dá palestras nos Estados Unidos com o objetivo de conscientizar crianças e adultos a respeito da importância de uma alimentação saudável.

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